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quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Photostory (avaliação)*

No âmbito da Unidade Curricular "Língua Portuguesa e Tecnologias de Informação e Comunicação, realizámos uma atividade proposta pelos docentes. A atividade  tinha como objetivo a realização de um PhotoStory (programa que permite a elaboração de um filme, utilizando imagens, música e legendas). 


          Todos os anos, como já é costume, o Pai Natal vai a uma pequena aldeia levar os presentes às crianças. Mas este ano aconteceu uma desgraça: o Pai Natal atrasou-se e as crianças da aldeia ficaram preocupadas, pois ainda não receberam os presentes.

         - Onde está o Pai Natal? – Perguntou uma das crianças da aldeia aos seus amigos.

         - Não sabemos – disseram todos em coro – O Pai Natal não foi à nossa casa!

         - Que estranho, o Pai Natal nunca se atrasa! – Disse a outra.

         - Vamos ter com ele ao Pólo Norte! – Falou entusiasmada uma criança.

         - Boa ideia! – Disseram todos - Vamos à casa dele!

         Assim o disseram, assim o fizeram! Foram todos à casa do Pai Natal e quando lá chegaram bateram à porta:




Durante a realização do Photostory, sentimos algumas dificuldades, nomeadamente na selecção de imagens, para que estas encaixassem devidamente bem nas respectivas legendas (o que é notável do guião para o Photostory, onde tivemos que proceder a algumas alterações, não respeitando o guião na íntegra). 
Achámos esta atividade interessante, uma vez que é uma atividade interativa e possível de ser realizada com um grupo de crianças.



domingo, 21 de dezembro de 2014

Reflexão (avaliação)*



"A Segurança na Internet"


A Internet está cada vez mais presente no quotidiano da população. Atualmente possibilita um acesso de informação variada através de diversas tecnologias, o que não acontecia há muito tempo atrás. Dessa enorme e massiva difusão de acesso a essa nova tecnologia de comunicação global, surgiram grandes evoluções em todos os campos, seja social ou científico.
Devido ao excesso de informação existe a possibilidade de crimes e falta de privacidade, pois à medida que estas tecnologias se expandem é criada uma maior conveniência para quem as utiliza, mas no que diz respeito à privacidade torna-se mais reduzida.
Esta privacidade é necessária para que a pessoa consiga controlar a exposição de informação, através dos sites e das redes sociais, visto que o desenvolvimento, cada vez maior, das tecnologias permite esse controlo. No entanto estas redes sociais e os sites compartilhados aumentaram o risco de cada pessoa ter a privacidade violada, ou seja, entrarem nas suas contas, usufruírem dos seus dados pessoas e até manipularem os mesmos. Tal facto acontece devido a publicação direta e indireta dos dados pessoais de cada um.
Os utilizadores que usam a internet e fazem pesquisas na ferramenta google deixam o seu “rasto” sendo possível ver que sítios visitam, o que compram, o que lêem, com quem falam nas redes sociais, por exemplo facebook, entre outras coisas.
Para que tal não aconteça é necessário prevenir, não se deve: facultar dados pessoais aos outros, colocar informação sobre nós; responder a mensagens provocadoras que falem de assuntos inadequados, fazer compras com o cartão de crédito, isto no que diz respeito à rede social “facebook”
Através da Internet é possível: encontrar alguns “amigos” e familiares que estão distantes; fazer pesquisas sobre qualquer assunto; jogar; ler revistas, jornais;

tratar de alguns assuntos pessoais, por exemplo contas bancárias; fazer compras online entre outras. Estes são alguns exemplos de como é permissível utilizar esta ferramenta para facilitar e até melhorar a vida de cada um. No entanto todos estes fatores têm risco tais como: acesso de conteúdos impróprios ou ofensivos, contacto com pessoas mal-intencionadas, furto de identidade, invasão de privacidade, divulgação de boatos, dificuldade de manter sigilo e violação de direitos de autor.

            Pessoalmente, com o uso da internet é possível fazer muitas coisas e é muito favorável, como já foi mencionado anteriormente, apesar de tudo é preciso ter imenso cuidado, pois podemos adquirir várias consequências. Para que tal não aconteça é preciso ter atenção às pessoas que conhecemos online, nas redes sociais; não partilhar com os outros demasiada informação pessoal; ter uma boa palavra passe e não partilha-la com ninguém e principalmente estar sempre atento.

Autora: Ana Raquel Ganhão

domingo, 19 de outubro de 2014

Reflexão individual escrita (avaliação)*

         As TIC surgiram no decorrer da história, durante a Terceira Revolução Industrial e foram-se desenvolvendo gradualmente a partir da década de 70, tendo ganho uma maior atenção na década de 90. São vistas como um conjunto de recursos tecnológicos que vieram facilitar e proporcionar a comunicação.

         No entanto, uma das áreas que tem vindo a ganhar maior destaque com as tecnologias é a educação. Na educação, as TIC são vistas como potencializadoras dos processos de ensino-aprendizagem e, trazem ainda a possibilidade de um maior desenvolvimento e comunicação entre as pessoas com necessidades educativas especiais.

         Porém, “as novas tecnologias não são a pedra filosofal para o sucesso educativo”, (Paz, João (2008). Educação e Novas Tecnologias: Setúbal na rede – Educação). Da mesma forma que a utilização das TIC não forma bons professores, também a sua não utilização não faz deles maus professores. O mesmo serve para os alunos. O sucesso de um aluno não se verifica através da sua relação ou não relação com as novas tecnologias.

         A introdução de novos suportes de comunicação provocou e continua a provocar, nas escolas, alterações processuais nas formas de ensinar e nos processos de aprender. Textos, imagens e sons patentes na Internet com possibilidades de edição e interacção são uma mais-valia para o processo de ensino-aprendizagem, daí o seu encaminhamento para a sala de português cuja aprendizagem é sempre difícil, morosa e por vezes monótona.

         No ensino-aprendizagem do português é importante a utilização das TIC, como por exemplo a utilização de um processador de texto (Microsoft Office Word), cujo objectivo consiste na produção de textos escritos. Pessoalmente, acho que esta ferramenta é muito vantajosa para os alunos, na medida em que permite que estes tenham um contacto com o mundo da escrita de uma forma mais didáctica, o que os motiva e, quiçá em alguns casos, desperte o gosto pela escrita.

No entanto, a utilização da Internet em si também é importante, uma vez que fomenta nos alunos a curiosidade para procurarem informação, seleccioná-la e utilizá-la de uma forma critica e pertinente.

         Sucintamente, a tecnologia digital facilita a produção de textos, os hipertextos, que permitem a articulação da escrita, da oralidade, do som e da imagem tudo no mesmo suporte, o que modifica o modo do aluno ver, de ler e de aprender. Todas estas inovações tecnológicas demonstram vantagens evidentes para a aprendizagem, pelo aumento da motivação e da autonomia dos alunos, ao trazerem uma maior diversidade de actividades para o professor aplicar em aula.

         Porém, o aparecimento das TIC não trouxeram só vantagens ao mundo da educação. Como sabemos, são cada vez mais os avanços tecnológicos que vamos presenciando no nosso quotidiano, desde a computadores, tlabet’s, televisões, telemóveis, entre outros. O aparecimento destas tecnologias, apesar de ser útil, acaba por limitar muito os alunos a estes meios, fazendo com que os mesmos não tenham a capacidade de novos horizontes, ou seja, de consultarem outros meios, como por exemplo, livros.



A tecnologia pode potencializar os métodos tradicionais de aprendizagem mas não pode substituir o toque humano. A qualidade de uma aula irá depender apenas da qualidade do professor e não da presença da tecnologia.



Referências bibliográficas:
Botelho, F. (2005). Globalização e cidadania: reflexões soltas
Botelho, F. (2006). Textos e literacias
Dias de Figueiredo, A. (2000). Novos Media e Nova Aprendizagem
Fidalgo, P. (2009). O Ensino e as Tecnologias de Informação e Comunicação
Paz, J. (2008). Educação e Novas Tecnologias


Autora: Flávia Correia

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

O jogo dos Antónimos (avaliação)*

Jogo Educativo
(Destinado a alunos do 1º ciclo - 1º e 2º anos)

O jogo dos Antónimos
v  Antónimo
(grego antónumos, -os, -on)

Substantivo masculino
1.  [Linguística]   Palavra que tem significado contrário ao de outra (s)  ou significado que de alguma maneira se opõe  (ex.: acabar e começar são antónimos).

Adjetivo
2.  [Linguística]   Que tem significado contrário ou oposto ao de outro.

Dicionário Priberam da Língua Portuguesa


Este jogo consiste em encontrar uma palavra e o seu respetivo antónimo na lista que é dada ao aluno. O mesmo deve selecionar as palavras para formarem o antónimo, caso o aluno erre, terá mais uma oportunidade de escolher uma nova palavra com a resposta correta. O jogo está divido por etapas e, concluída a primeira etapa é possível que os mesmo passem para a próxima etapa e assim sucessivamente.

Exemplo:
DuroProibidoEstreitoLíquidoPermitidoSólidoMoleQuenteLargoGrandeFrioPequeno


Objetivo deste jogo
·         Demonstrar a importância de aprender antónimos;
·         Ensinar novas palavras e mostrar como elas se relacionam com os seus significados;
·         Apresentar os usos desse conhecimento no quotidiano;
·         Usar vocabulário adequado ao tema e à situação.





Jogo disponível em: